Silvio Santos foi sepultado no Cemitério Israelita do Butantã, em São Paulo, em um túmulo localizado na ala destinada a membros da comunidade judaica. O cemitério é conhecido por seguir rigorosamente os rituais judaicos de sepultamento, que incluem um sepultamento simples, geralmente em um caixão de madeira sem adornos, e a ausência de flores ou grandes homenagens.
O túmulo de Silvio está ao lado de seu irmão, Leonel Abravanel, que faleceu em 1982. A sepultura é discreta, com uma lápide que deverá seguir as tradições judaicas, incluindo uma inscrição simples com o nome, a data de nascimento e morte, e possivelmente uma breve citação em hebraico. A área é arborizada e tranquila, oferecendo um ambiente sereno para o descanso final do apresentador.
Durante a cerimônia, a família seguiu as tradições judaicas, que incluem a recitação do Kaddish, uma oração de luto, e o ato simbólico de os presentes colocarem um pouco de terra sobre o caixão após o sepultamento, simbolizando a despedida e a volta ao pó.
O apresentador, fundador do SBT, teve uma carreira de mais de 60 anos na televisão e era amplamente reconhecido por seu carisma e conexão com o público. Seu legado inclui a construção de um dos maiores impérios de mídia do Brasil e uma influência significativa na cultura popular.
Além dos familiares, diversas personalidades da televisão estiveram presentes para prestar suas últimas homenagens. Fãs de Silvio Santos também marcaram presença fora do cemitério, com cartazes e mensagens de carinho. As filhas Daniela e Rebeca Abravanel agradeceram emocionadas o apoio e respeito demonstrado por todos.
A morte de Silvio Santos marca o fim de uma era na televisão brasileira, deixando um vazio significativo no entretenimento do país.

Celso Portiolli chega ao enterro
Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News.








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