O Panamá escolheu o avião Super Tucano, da fabricante brasileira Embraer, para fortalecer a vigilância e proteção de seu território. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (2), durante a feira LAAD Defence & Security, realizada no Rio de Janeiro.
Reforço na Segurança e Monitoramento
As aeronaves serão operadas pelo Serviço Nacional Aeronaval (SENAN) do Panamá e empregadas em missões de patrulhamento de fronteiras, combate a atividades ilegais e treinamento de pilotos. Com essa aquisição, o Panamá se torna o oitavo país da América Latina a adotar o modelo, ao lado de Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e República Dominicana.
O presidente da Embraer Defesa & Segurança, Bosco da Costa Junior, destacou o compromisso da empresa em apoiar o Panamá na proteção de seu território. O Super Tucano já ultrapassou 580 mil horas de voo em operações realizadas por 20 forças aéreas ao redor do mundo.
Versatilidade e Eficiência Operacional
O Super Tucano é amplamente reconhecido por sua versatilidade, podendo executar missões de patrulha, reconhecimento e treinamento com custos operacionais reduzidos. Até o momento, mais de 290 unidades foram encomendadas por diversos países.
A aquisição faz parte de um plano de modernização das forças de segurança panamenhas. No entanto, a Embraer não revelou o número exato de aeronaves adquiridas nem o valor do contrato.
Expansão da Embraer no Mercado Internacional
Além da negociação com o Panamá, a Embraer anunciou, durante a LAAD Defence & Security 2025, um acordo para a venda de quatro aviões cargueiros C-390 Millennium para a Suécia. O contrato reforça a presença da fabricante brasileira no mercado global, após a recente formalização da entrada da Suécia no programa C-390, ao lado de Holanda e Áustria.
O C-390 já foi adquirido por oito países, incluindo Brasil, Portugal, Hungria, Coreia do Sul, Holanda, Áustria, República Tcheca e um cliente não divulgado.








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