Na sexta-feira, 28 de março, um terremoto de magnitude 7,7 abalou Mianmar, causando devastação em larga escala. O tremor, que também foi fortemente sentido na Tailândia, onde derrubou edifícios, e em regiões da China, resultou em uma trágica perda de vidas e deixou milhares desabrigados.
A Junta Militar de Mianmar informou nesta segunda-feira, 31 de março, que o número de mortos subiu para 2.056, um dos maiores já registrados no país. Equipes de resgate continuam trabalhando intensamente, em busca de sobreviventes, tanto em Mianmar quanto na Tailândia. Entre os países que sofreram perdas, França e China confirmaram que há cidadãos seus entre as vítimas.
Mianmar, já debilitada por uma guerra civil desencadeada após o golpe militar de 2021, enfrenta agora um novo desafio. Infraestruturas críticas, como pontes, rodovias e ferrovias, foram severamente danificadas, dificultando ainda mais os esforços de socorro e o transporte de ajuda humanitária.
Apesar das dificuldades, operações de busca seguem em andamento. Em Mandalay, uma mulher foi resgatada com vida dos escombros de um hotel 60 horas após o desabamento, trazendo um pouco de esperança em meio ao cenário desolador. Enquanto isso, em Bangkok, as equipes de emergência procuram por 76 pessoas desaparecidas após o colapso de um arranha-céu em construção.
Governos e organizações internacionais, como a ONU, estão enviando equipes e suprimentos de socorro, enquanto sobreviventes e equipes de resgate lutam contra o tempo. A crise humanitária, agravada pelo conflito civil, requer uma mobilização global para mitigar os efeitos dessa catástrofe sem precedentes na região.
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